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Forças de segurança matam 5 em atos na Síria, dizem testemunhas

segunda-feira, 23 de maio de 2011

20/05/2011 11h05 - Atualizado em 20/05/2011 11h05

Forças de segurança matam 5 em atos na Síria, dizem testemunhas

País tem mais uma sexta-feira de protestos contra Bashar al Assad.
Governo criticou discurso de Obama, que manifestou apoio à oposição.

Do G1, com agências internacionais
Quatro civis, entre eles uma criança, morreram nesta sexta-feira (20) em Homs, no centro da Síria, e um morreu em Sananeim, sul do país, depois que as forças de segurança do regime dispararam contra os participantes de vários protestos pró-democracia, informaram testemunhas à France Presse.
Não é possível fazer uma verificação independente destas mortes devido às restrições impostas pelo regime de Bashar Al Assad à imprensa estrangeira.
Outra fonte indicou que as forças de segurança também investiram contra os manifestantes em Banias (noroeste), sem que haja neste momento um balanço de vítimas.
Milhares de pessoas voltaram a se manifestar nesta sexta-feira em vários pontos do país, incluindo Alep e Damasco.
Canhão de água dispersa manifestantes antigoverno em protesto em Banias, em data não confirmada (Foto: AP)Canhão de água dispersa manifestantes antigoverno em protesto em Banias, em data não confirmada (Foto: AP)
O regime do presidente Bashar al Assad considerou "arrogante" o discurso feito pelo presidente americano Barack Obama na véspera, em que ele apoiou os oposicionFonte G1
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Síria: 26 manifestantes mortos em 'Dia do Desafio

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Sexta-feira, 6 de maio de 2011 - 17h41       Última atualização, 06/05/2011 - 17h41

Síria: 26 manifestantes mortos em 'Dia do Desafio'

Foto: Louai Beshara/ AFP Zoom Manifestações na Síria continuam Manifestações na Síria continuam

Da AFP

mundo@eband.com.br

Pelo menos 26 manifestantes foram mortos pelas forças de segurança sírias no "Dia do Desafio" desta sexta-feira, em particular nas cidades de Homs, Hama, e na mediterrânea Jableh, declarou o grupo de Direitos Humanos Insan.

"O número de mortos de hoje é 26", afirmou o grupo em comunicado recebido pela AFP em Nicósia, acrescentando que 16 manifestantes foram mortos na cidade de Homs, 6 em Hama e dois em Jableh.

Mas o grupo informou que o número de vítimas nas manifestações em toda a Síria nesta sexta-feira deve aumentar.

"Temos uma lista de mais 27 nomes. Estamos verificando no momento", afirma a breve declaração.

O número anterior de mortos, fornecido por ativistas e grupo de direitos humanos afirmava que 14 manifestantes foram mortos na sexta-feira, a maioria deles em Homs e Hama, e uma pessoa teria falecido na cidade costeira do norte de Latakia.

Já a agência SANA afirmou que "um grupo criminoso armado" abriu fogo contra um posto de controle conjunto da polícia e do exército em Baba Amr, em Homs, matando um oficial e quatro policiais Fonte Eband
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Syrian doctors face government wrath

terça-feira, 3 de maio de 2011

Syrian doctors face government wrath
Three doctors reportedly arrrested for treating wounded protesters amid security crackdown.
Last Modified: 26 Apr 2011 14:14
Syrian troops have been deployed to quell the pro-democracy protests [AFP]

 Three doctors from the private-run Hamdan hospital in Douma, the town in the Damascus countryside that has been a centre of protest, were arrested by the secret service on Monday night, according to two trusted sources.
The arrested included the director of the hospital, Dr Hosam Hamdan.
According to the first source, an activist in the area, the doctors had been arrested because they had disobeyed orders from the secret police to refuse treatment to protesters wounded in the armed crackdown by security forces.
As Al Jazeera reported on Friday, residents of Douma formed a human shield around the Hamdan hospital in an effort to prevent secret police breaking in and taking away the dead and dying.
 
"This is the last way we have to protect our wounded from being kidnapped by secret service," said the second source, who took part in the human shield around the Hamdan hospital on Friday.
"We held the line until live fire was used and we had to run and hide. I saw the secret police break into the hospital and later when I went back to the hospital some of the bodies and some of the injured were missing."
Fear of arrest
The source said doctors had been asking residents not to bring the wounded to the Hamdan hospital unless they were in a critical condition, fearing the secret police would try to arrest the injured inside the hospital, and take them away to a security prison or the military-run Tishreen hospital.
Similarly, doctors at hospitals and clinics in Homs, the Damascus neighbourhood of Berze, and Jableh, on the coast, have been told unofficially by secret police not to treat wounded protesters, according to doctors and residents of those cities who have spoken to Al Jazeera.
Since Sunday at least 13 people have been killed and dozens wounded in attacks by secret police and armed thugs in Jableh, a small city on Syria’s Mediterranean coast, said the Syrian Observatory for Human Rights.
The dead and dying were taken to the Hamwi mosque in this coastal city, a doctor who gave his name as Dr Amer, told Al Jazeera.
"We can't trust the state owned hospital because if we go there security could come in and finish them off," he said. "We can’t even get to the pharmacy to get medicine because there are snipers on roofs. All I can do is try and stop the bleeding."
Dr Amer has since gone into hiding since security services were looking for him.
According to two sources who reached friends of the doctor, security forces had surrounded his home and threatened his wife unless the doctor gave himself up.
A close friend of Dr Amer speaking to Al Jazeera on Tuesday said he had been unable to contact the doctor since Sunday and feared he had been arrested and killed. A second eyewitness in Jableh also said he had been unable to contact the doctor for the past two days.
In Maadamiya, a southern suburb of Damascus, a doctor told Al Jazeera he had begun treating injured protesters inside people’s homes rather than take them to hospital, after secret police beat an injured a 13-year-old as his father tried to get him to hospital.
Military lockdown
"No one from Maadamiya wants to take their wounded to the hospital. Last Friday, a father tried to get his son to a small private hospital in Dariya, a town next to Maadamiya. The security men began to beat him with wooden sticks and didn’t allow the emergency section to hospitalise the 13 year old. The boy who was dying in front of his father eyes."
The boy died soon after, said the doctor, having been unable to get treatment for his gunshot wound. The doctor said he was treating gunshot wounds to the head without anything like adequate medicine.
 
"No one can go to the private and public hospitals and health centres. Security is arresting the people who are hospitalised, the wounded protesters, and taking them to security branches and we don’t know where they are now," he said.
"I try to help with simple tools, but I can’t do big surgeries. I can stop the bleeding and sew wounds, but not more. The army has many checkpoints around Maadamiya and they don’t allow anyone to get even some alcohol and antibiotics here."
Similarly, Douma has been under a tight military lockdown since Monday, according to the local activist. No public transport is running between Douma and Damascus, with as many as seven checkpoints set up on the road between them. Mobile and fixed phone lines were cut for long periods as was internet access.
Reports from activists in Damascus said as many as 15 residents had been arrested in Douma on Monday, though the exact figure was impossible to verify. Eyewitnesses reported snipers on the rooftops and security men patrolling every neighbourhood.
According to the local activist, worshippers at dawn prayer on Monday were forced by secret police to leave the mosque in pairs rather than all together, in an apparent attempt to prevent large crowds gathering.Fonte aljazeera
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Dia de fúria' contra governo deixa 62 civis mortos na Síria, diz entidade

sábado, 30 de abril de 2011


29/04/2011 18h04 - Atualizado em 29/04/2011 18h54

'Dia de fúria' contra governo deixa 62 civis mortos na Síria, diz entidade

EUA anunciam sanções ao regime pela 1ª vez desde início dos protestos.
Conselho de Direitos Humanos da ONU também condenou a repressão.

Do G1, com agências internacionais
O número de civis mortos nesta sexta-feira (29) na Síria durante protestos contra o regime do presidente Bashar al Assad subiu a 62, segundo balanço do Observatório Sírio de Direitos Humanos.
A maioria das mortes, 33, ocorreu na província de Deraa, no sul, foco dos protestos. Também morreram civis em Rustun (25), Homs (2) e Latakia (2).
Também nesta sexta, o presidente dos EUA, Barack Obama, assinou  uma ordem executiva impondo novas sanções contra a agência de inteligência da Síria e dois familiares do contestado presidente, em resposta à violenta repressão aos protestos, afirmaram autoridades norte-americanas.
Manifestantes marcham contra o governo da Síria nesta sexta-feira (292) em Banias (Foto: AP)Manifestantes marcham contra o governo da Síria nesta sexta-feira (292) em Banias (Foto: AP)
Assad não está entre aqueles que serão atingidos pelas sanções, que incluirão congelamento de bens e proibição de negócios com os Estados Unidos, mas ele poderá ser incluído nesta lista se a violência por parte das forças do governo contra manifestantes pró-democracia continuar, acrescentaram as autoridades.
São as primeiras sanções americanas contra o país árabe desde o início dos protestos. Os EUA aplicam sanções ao regine sírio desde 2004.
Também nesta sexta, o Conselho de Direitos Humanos da ONU condenou o governo sírio pela resposta violenta às manifestações. O Brasil votou favoravelmente à condenação. Fonte G1
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Ditadura síria reprime protestos e mortos podem passar dos 80

sexta-feira, 22 de abril de 2011


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publicado em 22/04/2011 às 16h12: atualizado em: 22/04/2011 às 19h37

Ditadura síria reprime protestos e
mortos podem passar dos 80

Manifestantes foram às ruas, apesar da revogação da lei de emergência de 1963
Do R7, com agências internacionais
22.04.2011/AFP22.04.2011/AFP
Manifestantes fazem protesto contra o governo em Banias, no nordeste da Síria

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A polícia da Síria matou pelo menos dezenas de manifestantes pró-democracia nesta sexta-feira (22). Os números são conflitantes, mas o número de mortos pode chegar 88, segundo uma lista enviado pelo Comitê de Coordenação Local à agência Reuters. A contagem é feita por grupos de direitos humanos. Este é o dia mais sangrento dos protestos contra a ditadura de Bashar al Assad, considerado um dos regimes mais autoritários do Oriente Médio.
Nesta sexta-feira, uma multidão saiu às ruas do país para pedir reformas democráticas no regime sírio, apesar de Assad ter derrubado, nesta semana, a lei de emergência que vigorava no país há cinco décadas.
O governo dos Estados Unidos, do Reino Unido e da França já pediram ao regime sírio o fim da repressão.
A onda de protestos teve início em 15 de março, semanas após a queda das ditaduras da Tunísia e do Egito. Desde então, o Oriente Médio e o norte da África (em especial a Líbia) estão em ebulição, no que vem sendo chamado de "primavera árabe".
Dezenas de milhares de manifestantes saíram às ruas em Homs, 10 mil em Deraa, pelo menos 5.000 em Qamishli (nordeste) e milhares em Duma, perto de Damasco, segundo testemunhas.
Há registro de mortos em todas essas localidades, embora os números também sejam conflitantes. O regime, um dos mais autoritários da região, tem reprimido com força as manifestações. Várias dezenas de pessoas ficaram feridas por disparos e muitos manifestantes estão desaparecidos.
Manifestantes exibem fim da corrupção

Segundo o militante dos direitos humanos, Nauar Al Omar, a polícia abriu fogo em Homs "para dispersar três grupos de manifestantes que se dirigiam à praça central".

Em Banias, nordeste da Síria, 10 mil pessoas protestavam, informou religioso da cidade.


Os manifestantes, entre eles árabes, curdos e cristãos siríacos, concentraram-se na mesquita Qasmo, agitando bandeiras sírias. Alguns levavam faixas com os dizeres: "árabes, siríacos e curdos contra a corrupção". Outros gritavam em língua curda "liberdade, fraternidade". Revogação de lei não impediu protestos

Os protestos em várias cidades, apesar da decisão do presidente Al Assad de derrubar o estado de emergência, em vigor há quase cinco décadas, e abolir os tribunais de exceção para julgar pessoas consideradas "rebeldes". Apesar da lei ter sido anulada, os manifestantes não terão autorização automática para protestas, precisando de permissão para tanto.
A revogação da lei de emergência, em vigor desde que o partido do pai Assad, o Baath, chegou ao poder em 1963 e usada para justificar prisões arbitrárias e a proibição de qualquer oposição, é simbólica, já que outras leis ainda conferem poderes amplos às onipresentes forças de segurança.
Houve também protestos contra o regime de Assad no vizinho Líbano, onde simpatizantes do grupo islâmico Hizb al Tharir (Partido da Liberdade) foram às ruas na cidade de Trípoli, no norte do país.
Manifestantes queimam estátua de irmão do ditador
O vídeo abaixo mostra o ódio dos manifestantes sírios contra a famíla Al Assad. A gravação foi feita na cidade de Deir ez-Zor e mostra opositores destruindo e queimando uma estátua do irmão do ditador sírio, Basel al Assad, morto num acidente de carro há alguns anos.
O vídeo teve a autenticidade confirmada pela rede Al Jazeera. FONTE R7

Manifestantes sírios queimam estátua de irmão de ditador por perolasnatv no Videolog.tv.


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Síria vive dia mais sangrento desde início dos protestos


Síria vive dia mais sangrento desde início dos protestos
Inserido em 22-04-2011 19:41



Em declarações à Renascença, Ammar Qurabi, chefe de uma organização de direitos humanos sedeada no Cairo, explica que na Síria não há liberdade e que é difícil fazer passar para o exterior a verdadeira dimensão da repressão.

Pelo menos 70 pessoas morreram nos confrontos entre polícia e manifestantes de hoje, na Síria, no dia mais sangrento desde o início dos protestos contra o Presidente Bashar al-Assad. A informação é avançada por activistas dos direitos humanos.
As forças de segurança abriram fogo contra as pessoas que se manifestavam em várias cidades da Síria, apelando a reformas democráticas no país, de acordo com a organização de defesa dos direitos humanos Sawasiah.
Além dos 70 mortos, há relato de um número elevado de feridos e duas dezenas de desaparecidos.
Este é o primeiro grande protesto desde que foi levantado o estado de emergência que vigorava há 48 anos no país. O presidente Bashar al-Assad advertiu que, a partir desse momento, não iria tolerar mais protestos contra o regime.
Em declarações à Renascença, Ammar Qurabi, chefe de uma organização de direitos humanos sedeada no Cairo, explica que na Síria não há liberdade e que é difícil fazer passar para o exterior a verdadeira dimensão da repressão.
“A Síria não tem comunicação social fora da esfera estatal e qualquer repórter que tente fazer uma cobertura destes acontecimentos é automaticamente preso. E como não há transparência, estas coisas acontecem sem que o mundo saiba a sua verdadeira dimensão. Os repórteres e as pessoas não sabem o que se passa”, sublinha.

(notícia actualizada às 20h57)  Fonte RR Recomeço

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Síria: tropas de segurança disparam contra manifestantes nesta segunda-feira

Síria: tropas de segurança disparam contra manifestantes nesta segunda-feira

Redação SRZD | Internacional | 28/03/2011 13h31
Foto: Reprodução de TVNesta segunda-feira, as forças de segurança da Síria dispararam contra centenas de manifestantes na cidade de Deraa, de acordo com a agência de notícias Reuters. Entretanto, uma agência de notícias síria negou que forças de segurança teriam entrado em choque com os manifestantes. Não há informações sobre feridos.

Os manifestantes cantavam frases como "Queremos dignidade e liberdade" e "Não às leis de emergência", concentrados na principal praça da cidade. A cidade de Deraa, a cidade de 120 km de Damasco, tem sido o cenário principal dos protestos contra o regime do presidente Bashar al-Assad.

Um número muito grande das forças de segurança da Síria foi às ruas para garantir o patrulhamento de ruas e prédios do governo, além de tentar que novos protestos surgissem. Desde a última semana cerca de 37 pessoas já foram mortas em Deraa, conforme divulgou o escritório das Nações Unidas do Alto Comissariado para os Direitos Humanos. Dentre os mortos estavam duas crianças.

De acordo como vice-presidente Farouq al-Shara, o presidente deve fazer um anúncio dentro de dois dias, que deve "agradar ao povo sírio".

Ainda nesta segunda-feira, dois jornalistas da agência "Reuters", que estava desaparecidos desde sábado, foram liberados por autoridades sírias. Segundo testemunhas sírias, os jornalistas teriam sido presos por não terem autorização para trabalhar na Síria, e porque filmaram em "lugar onde filmagens são proibidas".

A Síria é o mais recente país a aderir a protestos contra o regime, além de fazer exigências quanto a economia e os direitos humanos. As manifestações do país estão concentradas em Daraa, cidade que fica na região agrícola do país empobrecido, e tem servido de palco para confrontos entre forças de segurança e manifestantes anti-governo. Fonte SRZD
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