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Egypt to open Gaza border crossing at Rafah

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Egypt to open Gaza border crossing at Rafah

From Mohamed Fadel Fahmy, For CNN
May 26, 2011 -- Updated 0949 GMT (1749 HKT)
Palestinians hold up their flag as they rally along the Rafah border.
Palestinians hold up their flag as they rally along the Rafah border.
STORY HIGHLIGHTS
  • Egypt says the opening is to be permanent
  • The move is intended to relieve the people of Gaza, says Egyptian ministry official
  • No immediate reaction from Israel
Cairo (CNN) -- Egypt will permanently open its Rafah border crossing into Gaza beginning Saturday, an Egyptian official reported Wednesday. The move provides Gazans with an open door to the outside world for the first time in four years.
"The Egyptian government decided to open the Rafah border to (give) relief (to) the people of Gaza permanently," said Ambassador Menha Bakhoum, head of media and public diplomacy for the Egyptian Foreign Ministry. The crossing officially will remain open daily from 9 a.m. to 5 p.m. except on Friday and public holidays.
All the country's security apparatus will be involved in the security of the border, he said.
Rafah Crossing has been a portal to the rest of the world for Gaza's 1.5 million Palestinian residents since Israel "closed Gaza's air space and territorial waters and all but closed Erez Crossing to Palestinians" four years ago, said the Israeli non-governmental organization Gisha, which advocates on the issue of Palestinian freedom of movement.
Egyptian tunnel town faces change
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Erez Crossing is on the border between Gaza and Israel. Passage through it has been limited to "extraordinary humanitarian cases, especially urgent medical cases," which has prevented Palestinians from traveling between Gaza and the West Bank, the group says.
Rafah was closed after the Israeli soldier Gilad Shalit was captured in June 2006; it stayed largely closed until last June, when Egypt opened it after an incident in which nine activists aboard a flotilla of ships carrying aid to Gaza were killed, according to Gisha. From then until January, an average of 19,000 people per month have crossed Rafah in both directions, nearly half the rate during the first half of 2006, it added.
At present, foreigners, visa holders and people seeking medical attention or study in Egypt can cross through Rafah, it said. Among Palestinians, only those who are listed in the Israeli-controlled population registry can cross, it said.
There was no immediate reaction from Israeli government officials. But on Tuesday, prior to the announcement, Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu criticized Hamas in an interview with Fox News.
"They are putting into Gaza about 10,000 rockets, which they fire on us," he said. "They've already fired 6,000 rockets on us. They are amassing more. So, they are not a partner for peace."
The opening marks a change for Egypt's government, which had hewed closely to Israeli interests under President Hosni Mubarak, who was deposed in February.Fonte CNN
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Mortes em choques de cristãos e muçulmanos no Egito sobem a 12

domingo, 8 de maio de 2011

08/05/2011 10h33 - Atualizado em 08/05/2011 10h35

Mortes em choques de cristãos e muçulmanos no Egito sobem a 12

Número de feridos no Cairo passa de 232, diz Ministério da Saúde.
Governo prometeu medidas mais duras para coibir novos confrontos.

Do G1, com agências internacionais
O número de mortos em confrontos entre muçulmanos e cristão coptas em um subúrbio do Cairo, capital do Egito, subiu de 10 para 12, segundo balanço divulgado neste domingo (8) pelo Ministério da Saúde.
Pelo menos 232 pessoas ficaram feridas, várias gravemente, após os embates da noite da véspera no bairro de Imbaba.
O incidente aconteceu quando grupos muçulmanos atacaram a igreja de Mar Mina, por acreditarem que os cristãos mantinham presa ali uma mulher que tinha se convertido ao Islã para se casar com um jovem dessa fé.
Policiais observam neste domingo (8) prédio em que moravam cristãos e que foram incendiados durante os confrontos da véspera em Imbaba, subúrbio do Cairo (Foto: AP)Policiais observam neste domingo (8) prédio em que moravam cristãos e que foram incendiados durante os confrontos da véspera em Imbaba, subúrbio do Cairo (Foto: AP)
Moradores observam prédio pertencente a cristãos e que foi incendiado por muçulmanos neste domingo (8) em Imbaba, subúrbio do Cairo (Foto: AP)Moradores observam prédio pertencente a cristãos e que foi incendiado por muçulmanos neste domingo (8) em Imbaba, subúrbio do Cairo (Foto: AP)
Em entrevista à televisão, o governador da província de Giza, que inclui setores da Grande Cairo e onde está localizdo o bairro de Imbaba, Ali Abdel Rahman, disse que o Exército e a polícia tinham conseguido acalmar a região.
Os muçulmanos agressores pertencem à corrente dos salafistas, uma das mais rigorosas do Islã e que a cada dia está ganhando mais terreno no Egito.
Os cristãos egípcios, majoritariamente coptas, representam cerca de 10% da população do país.
Periodicamente há incidentes armados entre cristãos e muçulmanos no Egito por razões religiosas, especialmente no sul do país.
GovernoO ministro da Justiça, Mohamed el-Guindy, prometeu que o governo vai aumentar a segurança nos locais de culto e endurecer as leis que criminalizam ataque a locais de adoração.

Mais cedo, o Exército do Egito, que interinamente governa o país após a queda do ditador Hosni Mubarak, disse que 190 pessoas iriam ser julgadas por um tribunal militar após os confrontos. Fonte Eband
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Egito: ferry afunda no Nilo e mata 43 pessoas, diz TV estatal

sexta-feira, 29 de abril de 2011


Sexta-feira, 29 de abril de 2011 - 09h44       Última atualização, 29/04/2011 - 12h05

Egito: ferry afunda no Nilo e mata 43 pessoas, diz TV estatal

Foto: STR/AFP Zoom Egípcios olham para o mini-ônibus que afundou no Rio Nilo Egípcios olham para o mini-ônibus que afundou no Rio Nilo

Da AFP

mundo@eband.com.br

Ao menos 43 pessoas morreram afogadas quando um ferry afundou nesta sexta-feira no Nilo, informou a TV estatal.

A agência de notícias oficial Mena informou que 43 pessoas morreram no acidente, ocorridona província de Bani Suweif.

A polícia, no entanto, fala de 17 mortos, cinco desaparecidos e quatro feridos.

Segundo várias fontes, o ferry transportava um ônibus com 32 passageiros que caiu na água.

A TV estatal explicou que as equipes de resgate estão procurando outras vítimas, e que os sobreviventes foram levados para um hospital.
     

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Explosão em gasoduto do Egito compromete gás para três países

quarta-feira, 27 de abril de 2011


27/04/2011 06h18 - Atualizado em 27/04/2011 06h18

Explosão em gasoduto do Egito compromete gás para três países

Abastecimento foi comprometido em Israel, Jordânia e Síria.
Autoridades não descartam atentado terrorista como causa da explosão.

Do G1, com agências internacionais *
A explosão que atingiu, nas primeiras horas desta quarta-feira (27), o principal gasoduto do Egito, situado ao sul da cidade de Al Arish, na Península do Sinai, comprometeu abastecimento de gás em pelo menos três países da região. A rede, segundo autoridades locais, procede do Mar Mediterrâneo e abastece Israel, Jordânia e Síria.
Explosão e incêndio atingem gasoduto no Egito. (Foto: AP Photo)Explosão e incêndio atingem gasoduto no Egito. (Foto: AP Photo)
As causas da explosão ainda não são conhecidas, mas as autoridades não descartam um atentado terrorista.
A explosão provocou um incêndio cujas chamas alcançaram uma altura de 20 metros. Não há informações sobre feridos. De acordo com a agência estatal “Mena”, as Forças Armadas foram destacadas para o local, mas ainda não conseguiram controlar o fogo, embora o abastecimento tenha sido interrompido.
Ayman Jahin, gerente geral do Gas Natural Holding Company, confirmou que o gás foi desligado para Israel, Jordânia e Síria. Ele informou ainda que um comitê viajou do Cairo para El Arish para avaliar os danos.
Maya Etzioni, porta-voz do ministério da Infraestrutura de Israel, confirmou que o fornecimento de gás foi cortado nesta quarta-feira. Fonte G1
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