segunda-feira, 2 de maio de 2011


02/05/2011 00h33 - Atualizado em 02/05/2011 02h08

Osama bin Laden morre quase 10 anos após seu maior atentado

Em setembro de 2001 ele comandou maior ataque da história dos EUA.
Líder da al-Qaeda foi dado como morto neste domingo (30).

Do G1, com informações da France Presse
torres gêmeas (Foto: Reuters)Avião sequestrado por terroristas voa em direção às
torres do World Trade Center, em Nova York, após
a primeira aeronave se chocar contra um dos
prédios, em 2001. (Foto: Reuters)
Quatro aviões sequestrados e 19 terroristas dispostos a morrer foram suficientes para, no dia 11 de setembro de 2001, mergulhar os Estados Unidos no horror e transformar esse país até então inatingível em seu próprio solo na vítima de uma magistral operação terrorista dirigida contra os símbolos de seu poder.
O mentor do ataque era Osama bin Laden, que quase dez anos após o atentado, foi dado como morto neste domingo (30).
Em poucos minutos, o mais grave atentado terrorista de todos os tempos fez explodir o sentimento de invencibilidade dos norte-americanos, oito meses depois da chegada de George W. Bush à Casa Branca.
No céu ensolarado de Nova York, dois Boeing 767 sequestrados, com 92 e 65 pessoas a bordo, se espatifaram com 17 minutos de intervalo (8h46 e 9h03) contra as torres gêmeas do World Trade Center de Nova York, símbolo do capitalismo norte-americano.
Às 9h43 locais, um Boeing 757 no qual viajavam 64 pessoas se lançou contra o Pentágono em Washington, sede do Ministério de Defesa norte-americano, e 30 minutos mais tarde, um Boeing 757 com 44 pessoas a bordo caiu em um campo perto de Pittsburgh (a 300 km de Washington).
Os passageiros - todos mortos - deste último enfrentaram os piratas aéreos, que tinham aparentemente como objetivo a Casa Branca ou o Congresso.
O presidente Bush foi informado da tragédia quando visitava uma escola na Florida (Sudeste). "Trata-se aparentemente de um atentado terrorista", declarou 45 minutos depois do primeiro atentado.
Os aeroportos foram fechados em todo o país e o pânico se apoderou de Nova York e Washington, onde pelo temor de que a Presidência fosse atacada, o vice-presidente Dick Cheney foi levado a um bunker no subsolo da Casa Branca.
Antes dos atentados em 2001, Osama bin Laden já estava na lista dos 10 criminosos mais procurados pelos Estados Unidos. Em cartaz do FBI, líder da al-Qaeda é procurado por envolvimento em atentados contra embaixadas americanas no Quênia e na Tanzânia em 1999. (Foto: AP)Antes dos atentados em 2001, Osama bin Laden
já estava na lista dos 10 criminosos mais procurados
pelos Estados Unidos. Em cartaz do FBI, líder da
al-Qaeda é procurado por envolvimento em atentados
contra embaixadas americanas no Quênia e na
Tanzânia em 1999. (Foto: AP)
Enquanto isso, o país, petrificado, via ao vivo pela televisão a tragédia em Nova York.
As equipes de socorro, superadas pela magnitude da catástrofe, tentavam coordenar-se enquanto nos andares superiores das torres do World Trade Center, centenas de pessoas prisioneiras tentavam escapar do inferno.
Alguns subiam ao telhado esperando os helicópteros, incapazes de aproximar-se devido ao calor e à fumaça. Outros empreendiam uma longa descida pelas escadas de socorro, algumas delas bloqueadas pelos escombros. Mas muitos se jogaram pelas janelas.
Às 10h05, a torre sul do World Trade Center, atacada em segundo lugar, desabou em uma avalanche de fogo e poeira, lançando à morte centenas de empregados e membros de grupos de socorro. A segunda desabou 23 minutos mais tarde.
Cerca de 25 mil pessoas trabalhavam nas torres de 110 andares naquela manhã de 11 de setembro de 2011. As primeiras estimativas avançaram o dramático número de 6 mil mortos. O balanço desceu progressivamente a 2.919 após meses de buscas.
A zona sul de Manhattan foi enterrada sob a poeira e os escombros. Dezenas de milhares de pessoas em pânico, algumas feridas, tentavam fugir para a zona norte da cidade. As famílias buscavam desesperadamente notícias de seus parentes.
Sob o impulso de seu prefeito, Rudolph Giuliani, a quem um drama converteu em herói nacional, Nova York tentava fazer frente à catástrofe.
Andrew Card e George Bush (Foto: Reuters)Imagem de 11 de setembro de 2001: o chefe de
gabinete Andrew Card informava o presidente
George Bush que um segundo avião havia sido
lançado contra as torres em Nova York.
(Foto: Reuters)
As pontes e túneis que unem Manhattan ao resto da cidade foram fechados, o então prefeito Rudolph Giuliani da cidade ordenou ao s nova-iorquins que não saíssem de casa e toda a zona sul de Manhattan, onde trablaham centenas de milhares de pessoas, foi progressivamente evacuada.
A 330 km dali, a capital federal, Washington, estava também em pânico. Os meios de comunicação informaram de um incêndio nas proximidades da Casa Branca e sobre a explosão de um carro-bomba no Departamento de Estado, desmentida mais tarde.
O presidente Bush embarcou, por sua parte, em uma viagem por todo o país, da Florida até uma base aérea em Louisiana (Sul), por motivos de segurança.
"Não se enganem, os Estados Unidos caçarão e castigarão os responsáveis por esses atos covardes", declarou no início daquela tarde, antes de embarcar no avião presidencial Air Force One para dirigir-se a outra base aérea, esta em Nebraska, a mais de 1.600 km da capital.
No meio da tarde, a fotografia de Osama bin Laden, dado como morto neste domingo (1), chefe da rede Al-Qaeda, apa recia nas telas de televisão e foi assinalado com o suspeito de organizar os atentados.Fonte G1
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Restos de helicóptero são movidos em área de ataque a Bin Laden


02/05/2011 09h59 - Atualizado em 02/05/2011 10h00

Restos de helicóptero são movidos em área de ataque a Bin Laden

Após um tiroteio no domingo (1º), Bin Laden teria sido baleado na cabeça.
Comboio com destroços da aeronave seguiu pelas ruas de Abbotabad.

Do G1, com informações da Reuters
Soldados paquistaneses transporta nesta segunda (2) os destroços cobertos de um helicóptero, próximo ao local em que moradores reportaram combates em Abbotabad, no Paquistão. (Foto: Reuters)Soldados paquistaneses transportam nesta segunda (2) os destroços cobertos de um helicóptero, próximo ao local em que moradores reportaram combates em Abbotabad. A cidade paquistanesa foi palco do ataque neste domingo (1º) em que Osama bin Laden foi morto. (Foto: Reuters)
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Depois de dez anos de caçada, EUA comemoram a morte de Osama bin Laden - mas já prometem continuar alertas


Guerra ao Terror

Depois de dez anos de caçada, EUA comemoram a morte de Osama bin Laden - mas já prometem continuar alertas

A espera foi longa, mas a operação para executá-lo, não - em 40 minutos, os americanos enfim acabaram com o terrorista. E o país foi às ruas para festejar

 

Guerra ao Terror

Nos Estados Unidos, multidão saiu às ruas para comemorar morte de Osama

Após o anúncio da morte do terrorista, pessoas se reuniram para celebrar a morte do terrorista mais procurado do mundo
Multidão comemora morte do terrorista Osama bin Laden na frente da Casa Branca, em Washington, na noite deste domingo. - Manuel Balce Ceneta/AP
Obama teve o privilégio de discursar anunciando a notícia aos americanos. Falando ao vivo da Casa Branca, em tom triunfante, o presidente americano encerrou uma década de expectativa pela captura do terrorista
Depois de 3.519 dias, duas guerras e 1,18 trilhão de dólares em gastos militares, "a justiça foi feita". Foi assim que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou a morte do homem mais procurado do planeta, o terrorista mais famoso da história e o mandante do maior atentado já cometido no mundo. O saudita Osama bin Laden, de 54 anos, foi executado com um tiro na cabeça, numa operação militar realizada nos arredores de Islamabad, capital do Paquistão, neste domingo. A poucos meses do décimo aniversário do 11 de Setembro, os Estados Unidos fizeram uma grande festa para comemorar a morte de seu inimigo número 1, com direito a muita festa em Washington e em Nova York, palcos do ataque cometido pela rede Al Qaeda em 2001. Os americanos, porém, também entraram em alerta, temendo uma reação dos terroristas à morte de seu líder e mentor.
O discurso: Leia e assista a Obama anunciando a morte do terrorista número 1
A operação, que também matou um dos filhos de Bin Laden, foi realizada por um grupo relativamente pequeno de soldados das forças especiais americanas. Curiosamente, a caçada que se estendeu durante anos a fio foi concluída numa ação rápida - depois de dez anos de perseguição implacável, bastaram quarenta minutos para cercar o esconderijo, invadir o local e acabar com a vida do homem que só pensava em matar. Outra revelação surpreendente que acompanhou a notícia espetacular da morte do terrorista: ao contrário do que se imaginava, Osama bin Laden não estava metido numa caverna numa área remota. Estava, sim, instalado numa mansão milionária, perto da capital paquistanesa. Seu corpo foi recolhido pelas forças americanas e, horas depois, jogado ao mar. Acredita-se que, agora, a liderança da Al Qaeda fique a cargo do egípcio Ayman Al-Zawahiri, número 2 na hierarquia da rede terrorista.
Acervo Digital VEJA: Releia as reportagens especiais sobre Osama bin Laden

Obama teve o privilégio de discursar anunciando a notícia aos americanos. Falando ao vivo da Casa Branca, em tom triunfante, o presidente americano encerrou uma década de expectativa pela captura do terrorista: "Boa noite. Hoje, posso informar ao povo americano e ao mundo que os Estados Unidos conduziram uma operação que matou Osama bin Laden, o líder da Al Qaeda, o terrorista responsável pelo assassinato de milhares de homens, mulheres e crianças inocentes". O presidente americano afirmou que deu o sinal verde para a execução, realizada em Abbottabad. "Uma equipe de americanos conduziu a operação com extraordinária coragem e capacidade. Nenhum americano ficou ferido. Eles tiveram o cuidado de evitar vítimas civis. Depois de um tiroteio, eles mataram Osama bin Laden e assumiram a custódia de seu corpo". A notícia de que o corpo foi jogada no mar só foi divulgada horas depois.
Leia também: Em fuga, Bin Laden lançou pregação on-line, com áudios e vídeos
A operação teve inicio em agosto do ano passado passado, quando o governo americano conseguiu uma pista certeira sobre o paradeiro do chefe da Al Qaeda. Antes mesmo do anúncio presidencial, a notícia foi confirmada pela imprensa local. Desde então, uma pequena multidão se reuniu rapidamente diante da Casa Branca - com bandeiras, num clima de festa, que lembrava a comemoração pela vitória numa guerra. Os ex-presidentes americanos e os chefes de estado estrangeiros também comemoraram a notícia. Mas a celebração mais significativa ocorreu em Nova York, onde milhares de pessoas saíram às ruas - perto da Times Square e também do Marco Zero, onde ficavam as Torres Gêmeas do World Trade Center - para festejar. Trocavam abraços, sorriam e gritavam. E elogiavam Barack Obama, que agora parece imbatível em sua candidatura à reeleição presidencial, no ano que vem.
Cronologia: Da fortuna ao terror, datas marcantes da vida de Osama bin Laden

"Essa conquista marca uma vitória para os Estados Unidos, para as pessoas que buscam a paz em todo o mundo e para todos que perderam entes queridos em 11 de setembro de 2001", disse o presidente. "A luta contra o terror continua, mas, nesta noite, os Estados Unidos enviaram uma mensagem inconfundível: não importa o quanto demore, a justiça será feita". O Departamento de Estado americano emitiu um alerta global a todos os cidadãos americanos depois da notícia da morte do terrorista, advertindo sobre um "possível aumento" da violência antiamericana. No discurso, Obama fez um alerta: morto bin Laden, a Al Qaeda poderá empreender novos ataques contra os EUA. "Sua morte não marca o fim dos nossos esforços. Não há dúvidas de que Al Qaeda tentará novos ataques contra nós. Nós devemos e nos manteremos vigilantes no nosso território e no exterior."

(Com agência France-Presse)
Leia no blog do Reinaldo Azevedo

Se é uma boa notícia para o mundo — questão de “justiça” —, para Obama, é estupenda, desde, é claro, que o território americano continue livre de atentados ou que não haja outra ocorrência de grande porte colhendo soldados americanos mundo afora. Essa questão é tão importante que, em seu pronunciamento, o presidente americano fez questão de destacar que americanos não se feririam na operação que matou Bin Laden. Obama tem agora nas mãos um grande ativo eleitoral. Logo depois do anúncio da morte de Bin Laden, pessoas começaram a se concentrar em frente à Casa Branca. Ironicamente, o presidente de um “novo civilismo”, que viria inaugurar a era de paz pós-Bush, o guerreiro, vai chegando às urnas de 2012 como aquele que eliminou um líder terrorista e que depôs um facínora da Líbia (acho que, até lá, Kadafi caiu, não?).

Leia no blog de Nova York, por Caio Blinder:


Para este jornalista que estava em Manhattan naquela manhã linda, ensolarada de 11 de setembro de 2011, é emocionante ver as multidões que passaram a celebrar de forma espontânea o anúncio perto do Ground Zero e também nas grades da Casa Branca. A morte deste inimigo da civilização é um momento de justiça. As famílias de quase três mil vítimas mereciam este momento. Horrível ser fatalista neste momento de celebração nos EUA - foi incrível como em questão de horas foi possivel sentir a injeção de autoestima no país, a festa nacional. Vem terror de represália por aí, sei lá exatamente onde. Mas a morte de Osama bin Laden deve servir apenas para celebração fugaz. É preciso manter o foco nestas convulsões no mundo árabe, no Irã e nas bandas do Paquistão. É uma longa guerra contra o terror islâmico (dos sequestradores de uma religião).Fonte Veja
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Roma celebra a beatificação de João Paulo II

Roma celebra a beatificação de João Paulo II

Esquema especial de segurança foi montado para o evento, do qual participaram dezesseis chefes de Estado, além de representantes de 86 delegações estrangeiras

Cardeais prestam reverência ao beato João Paulo II Cardeais prestam reverência ao beato João Paulo II (ALBERTO PIZZOLI/AFP)
Mais de um milhão de pessoas invadiram Roma para assistir neste domingo, na Praça São Pedro, à cerimônia de beatificação de João Paulo II, que morreu há seis anos. A capital italiana se transformou para a ocasião, com centenas de cartazes em ônibus, ruas, praças e edifícios públicos com a inscrição "Beatus!" acompanhada da foto do pontífice polonês. Até os bilhetes de metrô e ônibus trazem o rosto do ex-papa.
Por questões de segurança, apenas 100.000 pessoas estiveram na Praça São Pedro, onde ocorreu a cerimônia. Dividido em nove áreas, o local estava pronto para a beatificação desde quarta-feira. Muitos aplausos e gritos de "santo subito" ("santo já"), como no dia do funeral de João Paulo II, foram ouvidos.


Os números da beatificação

Curiosidades da celebração no Vaticano

  1. 100.000 poloneses na plateia
  2. • Delegações oficiais de 87 países
  3. 100 cardeais na celebração
  4. 500 bispos
  5. • Coral com 710 membros
  6. • Decoração com 25.000 rosas
  7. 3.500 voluntários
  8. 1 mihão de garrafas d'água vendidas
  9. 400 banheiros químicos
Ao pronunciar a frase em latim que elevou o antecessor, com o qual colaborou durante 23 anos, à glória dos altares, Bento XVI usava a casula e a mitra de João Paulo II: "Concedemos que o venerado Servo de Deus João Paulo II, Papa, seja de agora em diante chamado beato", proclamou ele. Bento XVI também usou o cálice que João Paulo II utilizou nos últimos anos.
João Paulo II - A beatificação do papa polonês, que faleceu no dia 2 de abril de 2005, aos 84 anos, é o passo anterior à canonização e é realizada em tempo recorde, inferior aos cinco anos normalmente necessários para iniciar o processo. O novo beato, que está entre os papas que mais tempo ocuparam o trono de Pedro, transformou a face da Igreja em quase 27 anos de pontificado.
Em sua homilia, Bento XVI - primeiro pontífice em vários séculos a proclamar beato seu antecessor - afirmou que João Paulo II "abriu a Cristo a sociedade, a cultura, os sistemas políticos e econômicos, invertendo com a força de um gigante, força que vinha de Deus, uma tendência que podia parecer irreversível", afirmou o Papa. "Ele ajudou os cristãos de todo o mundo a não ter medo de serem chamados de cristãos, de pertencer à Igreja, de falar do Evangelho."

Bento XVI também recordou que o papa polonês confrontou o marxismo de um ponto de vista cristão e foi uma voz importante na resistência ao comunismo. "Aquela carga de esperança que de certa maneira se deu ao marxismo e à ideologia do progresso, ele a reivindicou legitimamente para o cristianismo, restituindo a fisionomia autêntica da esperança", disse.
Cerimônia - As autoridades de Roma adotaram um esquema especial de segurança para o evento, do qual participaram dezesseis chefes de Estado, além de representantes de 86 delegações estrangeiras. Na lista de personalidades estão vários príncipes e reis, como os monarcas da Bélgica, Alberto e Paola, e os príncipes da Espanha, Letizia e Felipe.
O caixão de João Paulo II foi levado na última sexta-feira de sua sepultura nas grutas do Vaticano para a tumba de São Pedro, a poucos metros, para passar o domingo na nave principal da basílica vaticana, exposto durante a beatificação e para veneração dos fiéis. Segundo a Santa Sé, as portas da basílica ficarão abertas "até o último fiel". Na segunda-feira à noite, o caixão será colocado definitivamente na capela de São Sebastião, ao lado da onde está localizada a célebre estátua Pietà de Michelangelo, na ala direita da Basílica de São Pedro.
O culto litúrgico do novo beato será celebrado no dia 22 de outubro de cada ano, no aniversário do começo do pontificado de João Paulo II, em 1978. Para chegar à beatificação, foi suficiente provar que intercedeu na cura inexplicável para a ciência humana da freira francesa Marie Simon-Pierre, que sofria do Mal de Parkinson, o mesmo que devastou sua saúde. A freira, de 50 anos, enfermeira de profissão, assistirá à cerimônia.
Para que João Paulo II seja canonizado, será preciso provar que, segundo as regras da Igreja, ele intercedeu em um novo milagre. Milhares de pessoas enviaram a um site do Vaticano testemunhos de milagres alcançados por meio de orações, pedidos e invocações ao papa polonês. No total, 270 casos foram selecionados para serem estudados Fonte Veja
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O terror de Osama Bin Laden, o inimigo número 1 dos EUA


A doutrina do ódio pregada por Osama bin Laden, cuja morte foi anunciada na noite deste domingo, marcou o mundo na virada dos anos 1990 para a década de 2000. Em 2001, com o maior atentado terrorista da história, ele escreveu com sangue seu nome na história. VEJA publicou dezenas de reportagens que contaram sua trajetória, analisaram seu impacto no mundo e mostraram os tentáculos da Al Qaeda – inclusive no Brasil. A seguir, uma seleção das principais reportagens sobre o inimigo número um da América.

Em 3 de março de 1999: Bin Laden, o terrorista número 1
Prisões, extradições, telefonemas interceptados, espionagem por satélite, investigação de contas bancárias. Os Estados Unidos armaram uma operação de guerra invisível de proporções mundiais contra o milionário saudita Osama bin Laden, que ganhou nos últimos meses o título de terrorista mais perigoso do mundo. A incessante atividade de bastidores, segundo informações divulgadas na semana passada, impediu sete atentados contra embaixadas americanas desde agosto do ano passado, quando Laden emergiu como o cérebro por trás das explosões no Quênia e na Tanzânia, que deixaram 224 mortos. Um dos ataques abortados irromperia em Montevidéu, a 350 quilômetros do território brasileiro. Os serviços secretos americanos têm um trabalho semelhante ao dos cientistas que procuram controlar epidemias recém-descobertas: não se tem idéia exata de como os microrganismos funcionam nem onde vão atacar, mas sabe-se que sua ação é ininterrupta e potencialmente letal.
Em 19 de setembro de 2001: O inimigo número 1 da América
Ao longo da história, o mal exibiu várias feições. Ele já teve os traços de Átila, o Huno, do mongol Gêngis Khan, do austríaco Adolf Hitler, do soviético Josef Stalin, do cambojano Pol Pot e do ugandense Idi Amin Dada. Hoje, o mal não comanda um exército, não mora em um palácio, não discursa a multidões. Seu rosto é o do saudita Osama bin Laden. Ele está sendo apontado como o provável cérebro por trás do ataque ao coração do império americano. Laden seria o responsável pelos atentados simultâneos às embaixadas dos Estados Unidos no Quênia e na Tanzânia, em 1998, que causaram a morte de 224 pessoas. Ele também teria perpetrado a explosão de um navio americano na costa do Iêmen, em outubro do ano passado, que resultou em dezessete marinheiros mortos. Credita-se a Laden, ainda, o suporte técnico, por assim dizer, ao primeiro atentado ao World Trade Center, em 1993, que contou seis vítimas fatais. O terrorista é tão mais assustador porque está sempre associado a um verbo no condicional — ele seria, ele teria. Laden jamais reivindicou a autoria das brutalidades que levam a sua marca. Assassina, massacra e amedronta, mas se mantém na sombra, renunciando ao narcisismo que costuma caracterizar as ações terroristas.
Em 26 de setembro de 2001: O Che Guevara do Islã
Milhões de pessoas ficaram chocadas com as imagens de alguns grupos muçulmanos comemorando os ataques ao World Trade Center e ao Pentágono. Outro espanto foi verificar que, em diversos países do Oriente Médio e adjacências, Laden é considerado um herói. O Che Guevara do Islã. Assim como o revolucionário comunista, o terrorista tem seu rosto e frases estampados em pôsteres e camisetas. Sua fama e popularidade, porém, não surgiram da noite para o dia. Laden foi ampliando sem parar seu círculo de veneradores desde 1979. Naquele ano, ele deixou a Arábia Saudita, onde gozava de confortos nababescos como integrante de uma das famílias mais ricas do país, para lutar no Afeganistão ao lado dos mujahidin, os guerrilheiros muçulmanos que combatiam os invasores soviéticos. ¿Osama não apenas deu seu dinheiro, como doou a si próprio. Saiu do palácio onde morava para viver com camponeses afegãos e guerreiros árabes. Cozinhava com eles, comia com eles, cavava trincheiras com eles. Esse é o seu jeito de ser¿, conta um ex-companheiro de batalhas do terrorista. Dono de uma fortuna pessoal hoje estimada em 270 milhões de dólares, Laden também seduzia por outros motivos. Pagava 200 dólares a cada homem que se dispusesse a lutar a seu lado, segundo disse um ex-general russo ao jornal Washington Post, na semana passada.
Em 10 de outubro de 2001: Os tentáculos de Bin Laden
Encontrar a toca de Osama bin Laden e aprisioná-lo significará uma vitória revestida de simbolismo para os Estados Unidos e seus aliados. Mas o trabalho não deve terminar por aí. É preciso destruir a Al Qaeda (“a base”, em árabe), que tem ramificações em mais de quarenta países e controla ou apóia de 3.000 a 5.000 terroristas, entre pessoal próprio ou pertencente a organizações associadas. Os objetivos dessa multinacional sinistra são, num primeiro instante, a derrubada, nos países muçulmanos, de todos os governos considerados pró-ocidentais. Depois, todas essas nações se uniriam num grande império governado exclusivamente pelos dogmas do Corão, o livro sagrado do Islã. Essas idéias fazem de Osama bin Laden, idealizador e chefão da Al Qaeda, uma personalidade tão delirante quanto o ditador nazista Adolf Hitler ou o ratinho Cérebro do desenho animado, aquele que acorda todas as manhãs com a obsessão de dominar o mundo.
Em 17 de outubro de 2001: O míssil e o barbudo
O que se deve esperar do futuro depois de os bombardeios americanos terem esfarelado o aparato militar do Talibã? Na semana passada, com o poderio bélico da superpotência rugindo sobre o Afeganistão, o que se ouvia das hostes do terrorismo era o desafio de uma guerra prolongada e sem fronteiras. Poucas horas depois de caírem as primeiras bombas, no domingo 7, Osama bin Laden conclamou todos os muçulmanos à Jihad, uma guerra santa. O cenário dessa batalha foi antecipado pelas palavras de Suleiman Abu Ghaith, o kuwaitiano barbudo que é o porta-voz da Al Qaeda, a organização de Laden. Depois de elogiar como “boa façanha” os atentados de 11 de setembro, Abu Ghaith profetizou: “A chuva de aviões não vai parar. Há milhares de jovens nas nações islâmicas ansiosos por morrer, enquanto os americanos estão ansiosos por viver”.
Em 5 de dezembro de 2001: Procura-se o DNA dos Laden
Nunca se pode ter certeza sobre o paradeiro de um chefão do terrorismo, como Osama bin Laden. Na sexta-feira passada o Pentágono estava convicto de que o tinha encurralado num complexo de cavernas fortificadas de Tora Bora, quase na fronteira com o Paquistão. O líder da Al Qaeda estaria acompanhado de uns 1 000 homens, mas praticamente sem meios de se comunicar com o restante da organização ou com seus amigos do Talibã. Com a aviação concentrando os bombardeios nas cavernas e as tropas da Aliança do Norte prontas para avançar sobre Tora Bora, os Estados Unidos já se preocupavam em elaborar planos para a rendição ou, mais provavelmente, para a morte do terrorista. Um dos guarda-costas de Laden é seu filho mais velho, que tem ordem de matar o pai para evitar sua captura. Um problema técnico será como identificar sem sombra de dúvida o corpo do líder da Al Qaeda. A fisionomia dele é conhecida e há também sua altura incomum, de quase 2 metros. Mas é difícil identificar uma pessoa morta por bomba, e qualquer cadáver fica com as feições comprometidas depois de alguns dias. Além disso, chegou-se a espalhar que Laden teria reunido vários homens parecidos com ele para eventualmente enganar seus perseguidores. Certeza mesmo só com um exame de DNA. A dificuldade é que não há um exemplar conhecido de seu material genético. A solução imaginada pela CIA, o serviço secreto americano, é coletar pedaços de tecido de seus parentes próximos, se possível de sua mãe, que vivem na Arábia Saudita.
Em 12 de dezembro de 2001: A derrota do terror
O mulá Mohamed Omar, chefe do Talibã, convocou seus seguidores a lutar até a morte em Kandahar, capital espiritual e última fortaleza da milícia afegã. Pessoalmente, o Comandante dos Fiéis, como o barbudo de um só olho é chamado, adotou outra estratégia. Negociou com o inimigo a rendição e fugiu da cidade no meio da noite, para evitar a inevitável punição pelo barbarismo do regime que comandou. Ninguém sabe quantos homens o acompanharam nessa jornada final – mas isso não preocupa ninguém, pois Omar é um personagem cuja importância se esvai junto com seu regime. O que se viu foram bandos talibãs aproveitando para saquear a cidade e escapar carregados de mercadorias roubadas. Terminou assim, sem os propalados atos de martírio ou heroísmo, o reinado da milícia que durante cinco anos impôs um regime de pesadelo fanático à maioria dos afegãos. A derrota do Talibã, agora reduzido a uns poucos bolsões recalcitrantes, não é o fim da guerra no Afeganistão, que continua dilacerado pelas rixas entre tribos e facções guerreiras. Mas, no que diz respeito à campanha movida naquele país pelos Estados Unidos, na sexta-feira passada só restava completar um objetivo essencial: a captura ou morte de Osama bin Laden, o homem que orquestrou os atentados contra Nova York e Washington em setembro.
Em 19 de dezembro de 2001: Bin Laden confessa
O mundo conheceu a violência do fanatismo islâmico com a transmissão ao vivo dos atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos. Na semana passada, graças a um vídeo amador, conheceu também o escárnio, a ironia e a perversidade do líder mais feroz entre os terroristas. O que se vê é Osama bin Laden relaxado, numa conversa franca com um visitante saudita. O terrorista se apresenta tão à vontade que, mesmo sabendo que o encontro está sendo gravado, assume sem subterfúgios sua responsabilidade nos atentados. Cercado de amigos barbudos, Laden debocha dos civis americanos e até de seus amigos extremistas mortos no ataque. Animado com a lembrança da matança, ainda recita versos. Também se mostra iludido quanto à verdadeira conseqüência da violência para o mundo dos fanáticos. “Nossos irmãos ficaram eufóricos”, diz na fita.

Em 24 de abril de 2002: O terrorista de sete vidas
É difícil acreditar que os homens na foto acima continuem vivos, livres e ainda mandando os videoteipes deletérios que se habituaram a usar na guerra da propaganda. Em outubro do ano passado, os soldados americanos chegaram ao Afeganistão com a missão de acabar com os terroristas da Al Qaeda e capturar, vivo ou morto, seu chefe, Osama bin Laden. Para isso, primeiro precisavam eliminar o regime dos talibãs, aliados carnais dos fundamentalistas. Essa parte da tarefa foi um sucesso: rápida, rasteira e bem menos dolorosa para os americanos do que as previsões mais otimistas imaginavam. A fase seguinte está sendo o oposto: um fracasso muito maior do que se prognosticava. Cerca de 500 membros da organização terrorista estão presos, na esmagadora maioria gente sem nenhum papel de liderança. Laden e parte de sua corte de radicais graduados continuam à solta, provavelmente em algum lugar das montanhas do Afeganistão, não obstante o formidável aparato bélico e tecnológico colocado em sua caçada. Segundo fontes dos serviços de inteligência dos Estados Unidos deixaram vazar na semana passada, ele escapou, nas barbas dos americanos, da batalha travada no fim do ano nas montanhas de Tora Bora, na parte leste do Afeganistão, a poucos quilômetros da fronteira com o Paquistão.
Em 20 de novembro de 2002: “Nós vamos matar você”
Na última vez em que o serviço secreto americano obteve uma pista confiável sobre o paradeiro do saudita Osama bin Laden, há quase um ano, o chefe da Al Qaeda e seu alto comando estavam cercados nas montanhas de Tora Bora, no leste afegão. Depois disso, o terrorista sumiu sem deixar rastros – o que levou à suspeita de que teria morrido durante os pesados bombardeios americanos na região. Na semana passada surgiu um indício forte de que Laden continua vivo e no comando da guerra santa contra os Estados Unidos e todos os cristãos e judeus. A rede de TV Al Jazira divulgou uma fita de áudio atribuída ao saudita na qual ele enumera e elogia os atentados cometidos em nome de Alá nos últimos meses e faz ameaças de novas chacinas. “Como você nos mata, nós vamos matar você”, diz, textualmente. Especialistas que analisaram a gravação asseguram que a voz é mesmo de Laden. Cauteloso, o governo americano preferiu aguardar o resultado de uma perícia ¿ mas admite que o presidente George W. Bush encara a mensagem da Al Qaeda “muito seriamente”. A Al Jazira, com sede no Catar, é o veículo preferido de Bin Laden para seus pronunciamentos. E esse vídeo tem bem o seu estilo, recheado de bravatas. Como cita fatos recentes, não poderia ter sido preparado antes do cerco de Tora Bora.
Em 19 de março de 2003: Ele esteve no Brasil
Quem diria: Osama bin Laden, o terrorista mais procurado do mundo, andou perambulando pelo Brasil no ano de 1995. Vindo da Argentina, entrou clandestinamente no país, passou três dias agradáveis em Foz do Iguaçu e reuniu-se com alguns membros da comunidade árabe na mesquita sunita da cidade, um imponente prédio erguido há vinte anos. Na mesquita, Bin Laden contou a seus companheiros de fé as agruras que enfrentou no Afeganistão quando lutava contra a ocupação soviética, conflito que durou dez anos e se encerrou no fim da década de 80. Na época de sua passagem pelo Brasil, Bin Laden ainda não era a estrela mundial do terrorismo, mas recebia as honras de um festejado líder islâmico. Seu encontro com os muçulmanos de Foz do Iguaçu, em nome da posteridade, chegou a ser filmado. O vídeo, preservado até hoje, tem 28 minutos de duração. Quem viu as imagens conta que Osama bin Laden aparece com um discreto cavanhaque, contrastando com a caudalosa barba que o celebrizou depois dos atentados a Washington e Nova York.
Em 21 de abril de 2004: Bin Laden propõe uma trégua a Europa diz não
O mundo só tem a lamentar o dia em que George W. Bush, o presidente dos Estados Unidos, erra e Osama bin Laden, o terrorista, acerta. Foi o que ocorreu na semana passada, com um intervalo de algumas horas, num campo de batalha específico, o da guerra de propaganda. Em um dia, Bush deu apoio a planos do primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, que os palestinos consideram inaceitáveis. Com isso, cometeu uma imprudência diplomática que serviu para alimentar a desconfiança do mundo árabe com relação à política da Casa Branca. No dia seguinte, dois canais de TV árabes divulgaram uma gravação com a voz de Bin Laden – cuja autenticidade foi confirmada pelos peritos da CIA – propondo uma trégua nos ataques à Europa. Uma proposta de paz vinda de um sujeito que manda matar milhares de inocentes motivado por fanatismo religioso não deve ser levada a sério. Os principais líderes da Europa reagiram às declarações do saudita com vários e sonoros nãos: “Não, não vamos negociar com terroristas”, disseram os governos da Itália, da Alemanha, da França, da Inglaterra e da Espanha. Apesar do conteúdo enganador da mensagem, ela demostra que Bin Laden sabe usar a propaganda, e no momento certo.Fonte Veja
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Polícia identifica 2 suspeitos de atirar contra torcedores em Niterói

domingo, 1 de maio de 2011


01/05/2011 20h29 - Atualizado em 01/05/2011 20h36

Polícia identifica 2 suspeitos de atirar contra torcedores em Niterói

Delegado diz que suspeitos seriam dois integrantes de torcida organizada.
Imagens de câmera próxima à praça podem identificar outros envolvidos.

Tássia Thum Do G1 RJ
Cem torcedores foram detidos após confusão em Niterói (Foto: Tássia Thum / G1)Cem torcedores foram detidos após confusão
em Niterói (Foto: Tássia Thum / G1)
A Polícia Civil já identificou dois suspeitos de atirar contra torcedores, neste domingo (1), em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Paulo Guimarães, da 78ª DP (Fonseca), os homens são integrantes de uma torcida organizada.

O delegado afirmou que, segundo depoimentos de testemunhas, os homens passaram numa moto atirando contra torcedores, na Praça Eneas de Castro, no Barreto. A polícia já pediu imagens de uma câmera da prefeitura instalada no local para tentar identificar outros suspeitos.

Ainda de acordo com o delegado, os envolvidos no crime vão responder por tentativa de homicídio: “Esses dois suspeitos também já teriam participado de outras brigas, em outros jogos. Estamos à procura desses homens e de outros comparsas”, complementou o delegado.

O tumulto aconteceu no início desta tarde. A Praça Eneas de Castrodo, segundo moradores, é conhecida como ponto de encontro de torcedores. Policiais militares do 12º BPM (Niterói) e do 7º BPM (São Gonçalo) foram acionados para o local e conseguiram dispersar o tumulto. De acordo com a polícia, 101 pessoas - entre elas 15 menores de idade - foram detidas.
De acordo com a Secretaria estadual de Saúde, dez pessoas ficaram feridas, sendo que nove foram baleadas. Quatro vítimas foram para o Hospital Azevedo Lima, em Niterói, e os outras seis para o Hospital Alberto Torres, em São Gonçalo. De acordo com o delegado, numa outra confusão com torcedores na Praça Zé Garoto, também em São Gonçalo, duas pessoas foram agredidas e encaminhadas para o pronto-socorro da cidade.Fonte G1
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Manifestação do Dia do trabalho gera tumulto no centro de SP


Domingo, 1 de maio de 2011 - 13h43       Última atualização, 01/05/2011 - 13h43

Manifestação do Dia do trabalho gera tumulto no centro de SP

Foto: Anderson Barbosa/Foto Arena/AE Zoom Polícia teve viatura quebrada em confronto Polícia teve viatura quebrada em confronto

Da Redação

cidades@eband.com.br

As celebrações do Dia do trabalho em São Paulo tiveram tumulto no início da tarde. De acordo com a Polícia Militar, um grupo de manifestantes entrou em confronto com a PM na região da Praça da Sé.

Segundo a assessoria de imprensa da corporação, as pessoas manifestavam indignação por conta de um suposto ataque a um negro em uma loja de Campo Grande, no Mato Grosso do Sula, há cerca de três meses. Eles também pediam mais cargos de chefia para negros nas empresas.

A polícia informou ainda que os vidros de uma viatura foram quebrados e a Força Tática foi chamada. Gás de pimenta e balas de borracha foram usados para disperçar os participantes.Fonte Eband
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Nos pênaltis, de novo, Fla vence a Taça Rio e conquista o Carioca

Nos pênaltis, de novo, Fla vence a Taça Rio e conquista o Carioca

Rubro-Negro leva, de forma invicta, o seu 32º Campeonato Carioca e aumenta hegemonia no estado. Vascaínos desperdiçam três cobranças

por GLOBOESPORTE.COM
Nos pênaltis e invicto. Assim o Flamengo confirmou a sua hegemonia no Rio de Janeiro e conquistou, neste domingo, o título do Campeonato Carioca ao derrotar o Vasco na decisão da Taça Rio, nos pênaltis, por 3 a 1, após empate por 0 a 0 no tempo normal. O Bonde sem Freio - que já ganhara a Taça Guanabara - parou o Trem-Bala da Colina no Engenhão e, sem necessidade de uma final de campeonato, aumentou a vantagem rubro-negra no estado, com seu 32º título. O Tricolor, que foi o vice-campeão na soma dos pontos dos dois turnos, tem 30 conquistas.
Esta foi a sétima vitória consecutiva do Flamengo em decisões por pênaltis: o último fracasso foi diante do Santos, na Copa Sul-Americana de 2004. A superioridade nas cobranças foi determinante para que o time da Gávea conquistasse o Carioca de forma invicta (com 11 vitórias e sete empates). Foi assim que ele eliminou Botafogo, Fluminense e Vasco nas semifinais e finais da Taça Guanabara e da Taça Rio. A final do primeiro turno foi exceção, com triunfo por 1 a 0 diante do Boavista. Neste domingo, Renato, Fernando e Thiago Neves converteram seus pênaltis, com Fierro desperdiçando.
O goleiro Felipe, decisivo em outras ocasiões, nem precisou praticar uma defesa. As três cobranças erradas - de Bernardo, Fellipe Bastos e Elton - foram em chutes para fora. Alecsandro, que abriu a disputa, marcou.
O Vasco amarga mais um vice-campeonato para o adversário e vê o fim da esperança, por ora, de acabar com o jejum de oito anos sem títulos de Primeira Divisão - o último foi o Carioca de 2003. A tentativa agora é a Copa do Brasil, competição pela qual o time entra em campo na quarta-feira. Enfrenta o Atlético-PR às 21h50m, na Arena da Baixada, pelo jogo de ida das quartas de final.
Pela mesma competição, a torcida do Flamengo encontrará o time campeão carioca na quinta-feira, de novo no Engenhão. O adversário será o Ceará, às 21h50m.
comemoração flamengo campeão taça rio  (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Bonde do Mengão sem freio comemora o título antecipado e de forma invicta com muita alegria após a vitória nos pênaltis sobre o Vasco, por 3 a 1 (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Jogo morno e destaque para os goleiros
Sob os olhares do técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes, que mais uma vez esteve no Engenhão, os times fizeram uma partida truncada e com algumas jogadas violentas nos primeiros minutos. O árbitro marcava poucas faltas e deixava o jogo correr. Mesmo com Allan improvisado na lateral direita, o Vasco começou assustando justamente pelo setor. Com menos de dez minutos, foram pelo menos três chances por ali, com o próprio Allan, Fellipe Bastos e Eder Luis. Em duas delas, a defesa do Flamengo afastou mal a bola. Apesar de as duas torcidas terem comparecido em bom número (33.946 pagantes e 39.029 presentes), era a vascaína que cantava mais alto e empurrava o Trem-Bala.
Contando com o retorno de Ronaldinho Gaúcho, recuperado de dores no joelho esquerdo que o tiraram das últimas duas partidas, o Rubro-Negro tinha mais posse de bola, mas errava muitos passes. Ainda assim, as duas primeiras grandes chances do jogo foram suas. Aos 22 minutos, Ronaldinho Gaúcho cobrou falta, e Thiago Neves, livre, cabeceou pra fora. Quatro minutos depois, foi a vez de Bottinelli receber de Deivid e, na cara do gol, chutar para grande defesa de Fernando Prass.
Aos poucos, o Bonde começava a acelerar. Contestado por suas atuações na temporada, Deivid se movimentava muito no ataque e dava trabalho aos zagueiros vascaínos. Já o argentino Bottinelli destoava no meio-campo e não conseguia dar sequência às jogadas. Depois do bom início, o Vasco tentava se reorganizar em campo. Em chute de longe, o meia Felipe assustou o xará camisa 1 do Flamengo e quase abriu o placar.
O goleiro rubro-negro teve outro momento de tensão aos 34 minutos. Ao cortar um cruzamento da direita, Felipe levou uma cabeçada involuntária de Alecsandro em seu cotovelo direito. O jogador foi atendido pelos médicos do clube e causou apreensão na torcida com suas expressões de dor no ombro, mas foi para o sacrifício a tempo de salvar uma cabeçada de Diego Souza, na última chance clara da primeira etapa.
Placar zerado e pênaltis. De novo
Mesmo ainda sentindo dores, Felipe voltou para o segundo tempo. E viu Ronaldinho Gaúcho quase colocar o Flamengo em vantagem. Bottinelli sofreu falta na entrada da área, e o camisa 10 da Gávea cobrou para mais uma boa defesa de Prass. Tranquilo e precisando apenas de uma vitória para conquistar o título carioca, Luxemburgo observava tudo sentado no banco de reservas. Já Ricardo Gomes orientava efusivamente sua equipe à beira do campo. Um retrato da situação diferente dos dois times na competição.
O impeto inicial das equipes, no entanto, não foi o mesmo da primeira etapa, e o jogo caiu muito de produção. Gomes havia acabado de orientar Ramon a explorar mais o lado direito do Flamengo em cima de Galhardo, quando Luxemburgo tirou Bottinelli, que não gostou nada da substituição, e pôs Fierro em campo justamente para reforçar o setor. O técnico vascaíno respondeu com a entrada de Bernardo na vaga do apagado Diego Souza.
E foi o próprio Bernardo que tentou reanimar a partida. Em seu primeiro lance, chutou de fora da área e obrigou Felipe a se esticar todo para espalmar a bola para escanteio. Com o fim do jogo se aproximando, as duas equipes se esqueceram da parte tática e se lançaram ao ataque em busca de um gol salvador na base da raça. Aos 45 minutos, o grito quase explodiu na garganta dos rubro-negros. Após escanteio, a bola sobrou para Thiago Neves, que emendou de primeira de fora da área. A bola saiu raspando a trave direita de Fernando  Prass.
Antes de encerrar a partida, o árbitro Luiz Antônio Silva dos Santos ainda teve tempo de expulsar Allan e Willians, que se desentenderam após uma falta. A decisão, mais uma vez, seria nos pênaltis. E, mais uma vez, o Flamengo levou a melhor. Coube a Thiago Neves, que havia desperdiçado uma cobrança na semifinal, garantir a taça, deslocando o goleiro Fernando Prass.
Ficha técnica: Fonte Globo Esport
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Domingo, 1 de maio de 2011 - 19h08       Última atualização, 01/05/2011 - 19h08

Cruzeiro goleia o América-TO e mira a decisão

Divulgação/Washington Alves/Vipcomm Zoom Jogadores festejam o gol de Pedro Ken Jogadores festejam o gol de Pedro Ken

Lancepress

esporte@band.com.br

A previsão era que o Cruzeiro, com a equipe reserva, se segurasse em campo e o América-TO, ciente da dificuldade que teria para reverter o resultado obtido pela Raposa em Teófilo Otoni (8 a 1), não causasse dificuldades ao time celeste no confronto disputado na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, válido pela semifinal do Campeonato Mineiro.

Entretanto, o que se viu foi bastante diferente. A Raposa, mesmo sem precisar de um resultado positivo, se lançou ao ataque e buscou uma nova vitória em Sete Lagoas. Contudo, desta vez, o placar foi menos elástico, 5 a 1 para o Cruzeiro.

Com apenas dois titulares em campo, o Cruzeiro foi para cima do América-TO. Embora a Raposa tivesse uma ótima vantagem, que a permitia perder por até sete gols de diferença, seus reservas queriam mostrar serviço ao técnico Cuca.

A Raposa dominava as ações no início da primeira etapa, contudo, pecava no momento das finalizações. As melhores jogadas celestes saíam dos pés do meia-atacante Roger e do lateral Diego Renan. Acuado, o América-TO não conseguia sair para o jogo. A equipe cruzeirense conseguia fazer pressão na saída de jogo do Dragão.

Após tentar abrir o placar de todas as formas, o gol da Raposa saiu. Depois de um bom escanteio cobrado por Roger, a bola bateu em Pedro Ken e sobrou para o zagueiro Edcarlos finalizar para o fundo da rede de Fábio Noronha.

E o segundo gol celeste não demorou muito para sair. Roger cobrou falta, colocando a bola na cabeça de Pedro Ken, que deslocou do goleiro e saiu para comemorar com a torcida cruzeirense, que presenciava o confronto na Arena do Jacaré.

Na primeira boa jogada do América-TO na etapa inicial, o Dragão diminuiu a vantagem da Raposa no placar. Depois de bom cruzamento de Wellington Bruno, o zagueiro Rodrigo Sena conseguiu antecipar o goleiro Rafael para estufar a rede.

O panorama da partida não foi muito modificado após os gols. O Cruzeiro manteve o domínio da partida, tendo suas melhores jogadas com Roger, que estava em um bom dia. E o América-TO jogava fechadinho, tentando explorar a velocidade de seus atletas de meio de campo para acertar um contragolpe. O primeiro tempo terminou em 2 a 1 para a Raposa. Embora ambas tivessem bastante espaço no setor de criação, o ritmo do confronto era lento e cadenciado.

Etapa final


O segundo tempo começou quente! O América-TO trocou o goleiro Fábio Noronha, que se lesionou, por Eládio. Com menos de quatro minutos em campo, o novo defensor da meta americana já sofreu um gol. Novamente, Roger deu assistência e Edcarlos afundou as redes, mas, desta vez, um golaço!

Pouco tempo depois, o lateral-esquerdo Bruno Barros perdeu a cabeça após uma falta realizada por Dudu. O jogador jogou a bola no meia-atacante do Dragão e recebeu o cartão vermelho, complicando ainda mais a árdua missão do América-TO.

Após a expulsão de Bruno Barros, o Cruzeiro cresceu em campo. Com Roger e Dudu, a Raposa chegava ao ataque e criava excelentes jogadas, levando perigo ao gol de Eládio. O quarto gol do Cruzeiro saiu após uma excelente triangulação entre Pedro Ken, Farías e Dudu, que ficou com a bola de frente para o gol e estufou a rede de Eládio novamente.

Sem ter muito o que fazer e com bastante facilidade, o Cruzeiro trocava bolas no meio-campo e buscava o gol adversário, levando bastante perigo à meta defendida por Eládio.

Quando tudo parecia acabado, Dudu realizou excelente jogada pelo lado direito e deixou nos pés de Farías, que empurrou a bola para o fundo do gol.Fonte Eband
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01/05/2011 17h54 - Atualizado em 01/05/2011 18h12

Náutico vence o clássico, mas Sport fica com a vaga na decisão

Em jogo de duas viradas, Timbu faz 3 a 2 nos Aflitos. Como o venceu o primeiro jogo por 3 a 1, Leão vai em busca do hexa contra o Santa Cruz

Por GLOBOESPORTE.COM Recife
O Sport superou toda a polêmica da denúncia da diretoria do Náutico sobre uma suposta tentativa de suborno ao meia Eduardo Ramos e conseguiu a vaga na decisão do Campeonato Pernambucano, contra o Santa Cruz. Em pleno Estádio dos Aflitos, o Leão foi derrotado por 3 a 2, neste domingo, mas se classificou por ter vencido na Ilha do Retiro por 3 a 1. O time rubro-negro, mais do que eliminar o rival, segue firme na busca do sexto título consecutivo, feito alcançado apenas pelo Timbu na história do estadual.
Tentando aproveitar o apoio de sua torcida, o Náutico pressionou literalmente desde os primeiros segundos de jogo. Antes do primeiro minuto, Bruno Meneghel já recebeu um cruzamento de Airton pela esquerda e cabeceou por cima de Magrão.
marcelinho sport everton náutico (Foto: W. Correira Neto / Agência Estado)Marcelinho Paraíba é marcado por Everton no clássico (Foto: W. Correira Neto / Agência Estado)
A partida passou a ficar muito disputada no gramado escorregadio dos Aflitos. As faltas eram frequentes, e os cartões amarelos também. Só no primeiro tempo foram cinco - três para o Náutico e dois para o Sport.
O Timbu aproveitou uma jogada de bola parada para abrir o marcador. Aos 17 minutos, Airton bateu escanteio da esquerda, Kieza aproveitou falha de marcação na segunda trave e cabeceou no ângulo direito de Magrão.
Com o resultado, o Alvirrubro só precisava de mais um gol para chegar à final. Mas o Sport tratou rapidamente de voltar a uma condição confortável com 25 minutos de jogo. Foi quando Wellington Saci fez jogada pela esquerda e cruzou para Carlinhos Bala, livre na pequena área, completar para a rede.
A partir daí a partida voltou a ficar muito brigada no meio de campo e sem chances reais de gol até o intervalo. No último lance, Carlinhos Bala saiu em disparada pela direita e caiu no gramado reclamando de dores no músculo posterior da coxa direita. Autor do gol rubro-negro, o atacante nem voltou para a etapa final. O lateral-esquerdo Dutra entrou em seu lugar.
Náutico vira de novo, mas não leva
O Timbu também mexeu. O atacante Rogério entrou no lugar do lateral-esquerdo Airton. E já no primeiro lance o jovem driblou Dutra e mandou cruzamento perigoso para a pequena área, mas Bruno Meneghel só conseguiu raspar de cabeça.
Mas o jogo voltou logo ao seu ritmo de antes, com muitas disputas ríspidas. Até que o goleiro Glédson tratar de encerras as chances do Náutico em dois erros no mesmo lance. Primeiro, ele tentou repor a bola com as mãos e desistiu no meio do caminho, jogando para trás. Na sequência, agora com a bola nos pés, ele errou o passe e "entregou" para Bruno Mineiro. O atacante rubro-negro dominou e chutou de trivela, por cima do arqueiro rival, aos 18 minutos.
Com o gol o Náutico precisava marcar mais três para ficar com a vaga. Valente, o time alvirrubro não desistiu. Dois minutos depois de sofrer a virada, voltou a empatar. Após bate-rebate na área do Leão, Everton mandou para a rede: 2 a 2.
O Timbu seguiu insistindo no ataque, mas ficava exposto ao contra-ataque rubro-negro. Em um deles, Ciro entrou na área e chutou para boa defesa de Glédson. No rebote, Dutra também tentou encobrir o goleiro do Náutico, da intermediária, mas desta vez o camisa 1 se recuperou e desviou para a linha de fundo.
Aos 34, pressão do Timbu voltou a dar resultado. Kiesa levou a bola da esquerda para o meio e, de fora da área, mandou uma bomba no canto esquerdo de Magrão: 3 a 2 e ainda faltavam mais dois...
Os gols não vieram, muito pelo contrário. Foi o Sport quem teve uma oportunidade incrível desperdiçada por Ciro. O atacante mandou para fora após driblar Glédson e ficar com a meta aberta à sua disposição. Depois, já nos acréscimos, o mesmo Ciro fez um gol em posição leção legal que foi mal anulado pela arbitragem. Entratanto, nada que fizesse falta ao Leão. A vaga já estava na mão.Fonte Globo Esport
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Inter ganha do Grêmio nos pênaltis e leva Taça Farroupilha


Domingo, 1 de maio de 2011 - 18h43       Última atualização, 01/05/2011 - 18h53

Inter ganha do Grêmio nos pênaltis e leva Taça Farroupilha

Jefferson Bernardes/Vipcomm Zoom Rodrigo (Inter) e Gabriel trocam Rodrigo (Inter) e Gabriel trocam "carinho"

Lancepress

esporte@band.com.br

Internacional e Grêmio escreveram neste domingo uma nova página em sua história de rivalidade. No Gre-Nal do Beira-Rio, o Inter bateu o Grêmio, em decisão por pênaltis, por 4 a 2. No tempo normal, o jogo terminou empatado em 1 a 1. O resultado garantiu ao Colorado a Taça Farroupilha, que é o passaporte à final do Campeonato Gaúcho.

O jogo teve os ingredientes típicos do clássico: disputa acirrada, equilíbrio e emoção foram a tônica de uma partida, que, no primeiro tempo, não teve grandes momentos de destaque.

O Inter, no entanto, foi uma equipe superior em campo, com mais posse de bola que o Tricolor. Se não esteve brilhante, ao menos confirmou a tese que está em um momento melhor que o rival. E se o Colorado vive um melhor momento, o que dizer de Leandro Damião? O camisa 9 do Inter foi novamente decisivo. Aos 21 minutos, o atacante deu um toque sutil por cima de Marcelo Grohe, que nada pôde fazer. O time do Grêmio reclamou de uma possível falta do artilheiro.

O Grêmio, por sua vez, ressentiu-se de movimentação no meio de campo e de poderio ofensivo. Com Borges isolado, o Tricolor foi um time com pouco poder de fogo. Percebendo isso, Renato tirou William Magrão e pôs o jovem Leandro, aos 31 da etapa inicial, que passou a fazer companhia ao camisa 9 gremista. A mudança ao menos tornou o Grêmio uma equipe mais bem organizada.

O panorama nos 45 minutos finais seguiu semelhante. Mais arrumado, o Internacional foi uma equipe mais perigosa. Sem o lateral-direito Gabriel, que saiu contundido, os donos da casa exploraram bem os espaços deixados no setor.

O Grêmio deu seu primeiro chute aos 21 minutos, o que demonstra a inoperância ofensiva do time de Renato Gaúcho. A esperança dos visitantes aumentou com a expulsão de Guiñazu. A partir daí, o Grêmio foi todo ataque. O time martelou, o Inter se encolheu, e, a estrela de Renato Gaúcho brilhou. O treinador colocou Viçosa, que marcou o gol do empate a quatro minutos do fim. O jogo tornou-se dramático, com grandes chances de gol para ambos os lados.

Contudo, a final ficou para os pênaltis. Borges e Fernando erraram para o Grêmio, e o Internacional fez a festa com uma vitória por 4 a 2.

FICHA TÉCNICA:

INTER (1) (4):
Renan, Nei, Bolívar, Rodrigo e Kleber; Guiñazu, Tinga, Andrezinho (Juan, 37'/2ºT), D'Alessandro, Oscar (W. Mathias, 27'/2ºT) e Leandro Damião. Técnico: Falcão

GRÊMIO (1) (2): Marcelo Grohe, Gabriel (Fernando, intervalo), Rafael Marques, Rodolfo, Gilson e Vilson (Viçosa, 30'/2ºT); Rochemback, Adilson, Willian Magrão (Leandro, 31'/1ºT), Leandro, Douglas; Borges Técnico: Renato

Gols: L. Damião, 21'/1ºT (1-0); Viçosa, 41'/2ºT (1-1)
Cartões amarelos: Gílson, Adílson (GRE); Guinãzu (INT)
Cartões vermelhos: Guiñazu
Renda/público: R$ 1.232.468,00 / 44.675 pagantes
Estádio: Beira-Rio, Porto Alegre (RS)
Árbitro: Márcio Chagas da Silva
Auxiliares: Autemir Hausemann e José Franco Filho
     

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Fonte Eband
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Herói, Willian diz que Corinthians mereceu classificação


Domingo, 1 de maio de 2011 - 19h23       Última atualização, 01/05/2011 - 19h36

Herói, Willian diz que Corinthians mereceu classificação

Foto: Sérgio Neves/AE Zoom Willian comemora gol de empate do Corinthians contra o Palmeiras Willian comemora gol de empate do Corinthians contra o Palmeiras

Da Redação, com Lancepress

esporte@eband.com.br

Cinco minutos. Foi o tempo que Willian precisou para sair do banco de reservas, substituir Dentinho e marcar o gol de empate, que deu ânimo ao Corinthians na vitória nos pênaltis sobre o arquirrival Palmeiras, neste domingo.

Aos 19 minutos, o jogador oriundo do Figueirense (SC) aproveitou cobrança de escanteio e testou por baixo de Deola. Leandro Amaro ainda salvou, mas a bola já havia entrado. O Verdão, que jogava melhor, sofreu o baque.  “O nosso time estava bem equilibrado, batemos na tecla de não cair na provocação do Palmeiras. Nosso time mereceu a classificação”,  afirmou o camisa 18.

Nas penalidades, Willian, de novo predestinado, confirmou sua cobrança. O jogador de 24 anos mostrou personalidade na disputa de pênaltis e, mesmo em um Dérbi com o Pacaembu lotado de palmeirenses, se ofereceu para ser um dos batedores corintianos. “O Tite foi perguntando (quem iria cobrar). Quando ele falou que o Chicão era o número um, já me ofereci para ser o segundo. E fui feliz.  “É agradecer a Deus, hoje eu tinha a certeza da benção dele para vencer “, completou.

O atacante, autor de quatro gols no Campeonato Paulista, ainda despista sobre a titularidade. Willian também foi o responsável pelo gol da vitória sobre o Oeste, nas quartas de final do Estadual. Ser titular, então, parece questão de tempo. Mas ele ainda quer esperar. 

“Olha, eu tenho que continuar trabalhando, sou muito tranquilo, pé no chão. Sei que a hora certa de jogar vai aparecer. Temos um comandante maravilhoso, um cara de caráter. Não tenho nenhum motivo para criticar o trabalho dele ou do Dentinho, que foi quem eu substituí”,  comentou, humilde.

O Corinthians pega o Santos nas finais do Campeonato Paulista. Mesmo terminando a primeira fase na frente do Peixe, o Timão foi ultrapassado pelo rival, que venceu Ponte Preta (1 a 0) e São Paulo (2 a 2), somando 6 pontos extras na segunda fase (o Peixe tinha 38 pontos). O Corinthians bateu Oeste (2 a 1) e empatou com o Palmeiras em 1 a 1, na etapa regulamentar, e somou mais 4 pontos aos mesmos 38 da primeira fase. Assim, o Santos pula para o terceiro posto e conquista o direito de jogar a segunda partida das finais em casa.
     

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Ataque aéreo mata filho mais novo e netos de Gaddafi

publicado em 30/04/2011 às 20h33:

Ataque aéreo mata filho mais novo e netos de Gaddafi

Ditador líbio também estava na vila residencial que foi atingida, mas não ficou ferido
BBC Brasil
Louafi Larbi/30.abr.2011/ReutersLouafi Larbi/30.abr.2011/Reuters
Governo líbio diz que ataque aéreo da Otan causou a morte do filho mais novo de Gaddafi

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Um ataque aéreo das forças da Otan (aliança militar do Ocidente), na capital da Líbia, Trípoli, matou o filho mais novo do ditador Muamar Gaddafi, Saif al-Arab Gaddafi, segundo um porta-voz do governo. O líder líbio também estava na vila residencial que foi atingido no ataque, na região oeste da cidade, mas não ficou ferido. Seu filho mais novo, Saif al-Arab Khadafi, de 29 anos, e três de seus netos foram mortos.
De acordo com jornalistas que foram levados ao local, o edifício foi muito danificado e uma bomba ainda não detonada permanece no local.
O ataque acontece horas depois que a Otan e rebeldes líbios rejeitaram mais uma proposta de cessar-fogo feita por Gaddafi.
A Otan disse que não vai considerar negociações até que o governo da Líbia suspenda os ataques contra civis no país. Já líderes rebeldes disseram que a oferta de Gaddafi não é séria e que ele já usou essa tática outras vezes.
"Força total"
O porta-voz do governo, Moussa Ibrahim, disse que a vila foi atacada "com força total".
- O líder e sua esposa estavam na casa com outros amigos e familiares. O líder está em boa saúde, não foi ferido. Isto foi uma operação direta para assassinar o líder deste país.
Saif al-Arab era o filho mais novo do coronel Khadafi, e estudava na Alemanha.
De acordo com o correspondente da BBC em Trípoli, Christain Fraser, ele estava em Trípoli para o que parecia ser uma reunião de família, em meio aos conflitos.
Oferta
Gaddafi disse, em um discurso transmitido pela televisão, que estaria disposto a negociar com França, Itália, Grã-Bretanha e Estados Unidos se fossem suspensos os ataques aéreos da aliança militar ocidental, iniciados sob um mandato da ONU para proteger civis no país.
- Nós fomos os primeiros a aceitar um cessar-fogo...mas os ataques da Otan não pararam. A porta para a paz está aberta. [...]]Vocês são os agressores. Nós vamos negociar com vocês. Venham França, Itália, Grã-Bretanha, Estados Unidos, nós vamos negociar com vocês. Por que vocês estão nos atacando?
Gaddafi disse que não pode haver nenhuma pré-condição para o cessar-fogo, como sua rendição ou seu exílio, como os rebeldes e alguns países da Otan haviam exigido.
O líder líbio disse ainda que os rebeldes que enfrentam forças do governo em Misrata, no oeste do país, são "terroristas que não são da Líbia, mas da Argélia, Egito, Tunísia e Afeganistão".
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Ronaldo vai a jogo de futebol do Bope e causa frisson

publicado em 30/04/2011 às 20h07:

Ronaldo vai a jogo de futebol do Bope e causa frisson

Ex-atleta deu o pontapé final de um dos jogos do Torneiro da Pacificação na Mineira
Da Gazeta Press
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Ronaldo participou de torneio nos morros da Mineira e São Carlos (RJ)
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Ronaldo prestigiou um torneio de futebol promovido pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) nos morros da Mineira e São Carlos, na Zona Norte do Rio de Janeiro, nesse sábado (30). O ex-atacante do Corinthians ficou no local por cerca de meia hora e foi bastante assediado por cerca de 150 crianças das comunidades.

De acordo com a Polícia Militar, Ronaldo deu o chute que encerrou uma das partidas do 2º Torneio da Pacificação na Mineira. O campeonato conta com a participação de oito equipes e serve para integrar os moradores e promover o esporte.

Em seu Twitter, Ronaldo comentou a visita e suas impressões.

- Hoje, estive na comunidade da Mineira no Rio de Janeiro, a convite do Bope do Rio. A UPP é um sucesso.
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